O telefone tocou às 19h: Por que os clientes cancelam o seu contrato primeiro quando a crise aperta?
A manchete desta semana nos portais de economia confirmou o que muita gente já sentia no caixa: a inadimplência bateu recorde histórico no Brasil, ultrapassando 84 milhões de pessoas no cadastro devedor.
Quando um número desses sai no jornal, a maioria das pessoas enxerga apenas estatística. Mas para quem presta serviços — advogados, contadores, consultores, agências e arquitetos —, esse dado tem um som muito específico: o som do telefone tocando no fim da tarde de uma sexta-feira.
É aquela ligação curta, com voz constrangida do outro lado da linha:
— "Então, doutor... as coisas apertaram aqui na empresa esse mês. Vamos ter que suspender seu contrato por um tempo."
O prestador desliga o telefone em choque. Ele sempre entregou tudo certinho. Por que ele foi o primeiro a ser cortado?
A resposta é dura de engolir: Você foi cortado primeiro porque a sua empresa foi classificada mentalmente pelo cliente na pasta de 'despesas substituíveis', e não na pasta de 'investimento estratégico vital'.
Ninguém cancela quem é percebido como o guardião da sua segurança e do seu crescimento. Esse é o pilar da Credibilidade e Conexão explorado no livro Os 5 Cs do Branding.
Como blindar seus honorários contra crises:
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