Quase toda vaga grande no Brasil passa por um ATS antes de chegar a uma pessoa. Gupy, Solides, Kenoby: o sistema recebe o currículo, transforma o arquivo em texto e procura as palavras que o recrutador marcou como importantes. Se o seu currículo diz "gestão de pessoas" e a vaga pede "liderança de equipe", para o filtro são coisas diferentes.

Como a gente mede isso no Currículo Automático

A análise segue três passos:

  1. Ler a vaga como o ATS lê. A IA separa os termos que pesam de verdade (ferramentas, competências, certificações) do texto de apresentação da empresa.
  2. Comparar com o seu currículo. Para cada termo, conferimos se ele já aparece, se aparece com outro nome ou se falta. Os que faltam e são críticos para a vaga ficam marcados. É daí que sai a nota de compatibilidade inicial.
  3. Reescrever sem inventar. A IA ajusta o texto para usar as palavras da vaga só onde a sua experiência já mostra aquilo, e uma checagem final procura experiência que não estava no original. No fim você vê a nota antes e depois, e o que mudou.

Três erros que mais derrubam currículo no filtro

  • Duas colunas ou caixas de texto (o clássico currículo feito no Canva): o ATS mistura a ordem das linhas e o seu cargo vai parar no meio das habilidades.
  • Sigla sem o nome por extenso: escreva "Business Intelligence (BI)", não só "BI". Você não sabe qual das duas formas o recrutador cadastrou.
  • O mesmo currículo para todas as vagas: cada vaga tem o seu vocabulário. Um currículo genérico acerta poucas palavras de todas.

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